Jornal da Cidade Online engagement report
@JornalDaCidadeO - 763K followers on X
Measured over 80 original posts from a 30-day window, last computed on August 31, 2026.
Engagement
A typical post picks up 26 interactions against 763K followers, an engagement rate of 0.003%. Measured over 80 original posts, its engagement rate beats 21% of 3,862 tracked accounts of a similar size. That is a reason to look at how the audience behaves - reply depth, saves, whether the followers are recent - rather than a conclusion about it on its own. Posts are seen about 3.0K times each, and 0.875% of those impressions turn into an interaction. That is about 0.39% of the follower count, which is the gap between an audience on paper and an audience in a timeline. Posting runs at about 2.7 posts a day over the last 30 days, though only 10% of days saw any activity at all. Most posts go out around 16:00 UTC, and Monday is the busiest day of the week. Of the 80 posts sampled, 48% carry an image or video and 53% link out. The account's strongest tracked post pulled 916 interactions, about 35x its own typical post.
Measured over 80 original posts from a 30-day window, last computed on August 31, 2026.
Compared with accounts its own size
Jornal da Cidade Online's engagement rate beats 21% of the tracked X accounts closest to it in follower count (3,862 accounts, accounts of similar size (decile 8 of 10)). A percentile is spread evenly by construction, so 50 really is the middle of that group and 90 really is its top tenth.
On engagement per impression rather than per follower it beats 49% of the same group. When those two numbers disagree, the gap is about how far its posts travel rather than how people react to them.
Where this sits in the catalog
At 0.003%, Jornal da Cidade Online sits above the 10th percentile of the 37,350 accounts in this comparison. That places it in the bottom 25% band, which runs below 0.012%.
Show the percentile table
| Percentile | Engagement rate |
|---|---|
| 10th percentile | 0.002% |
| 25th percentile | 0.012% |
| 50th percentile | 0.081% |
| 75th percentile | 0.437% |
| 90th percentile | 2.10% |
| 99th percentile | 159.9% |
This ruler is the whole measured catalog, not a size-matched group: it shows where the raw rate falls across every account we can measure, all of which are large. For a like-for-like comparison, read the size-band percentile above instead. See how the bands are built
Posting timing
This account posts most often around 16:00 UTC, and Monday is its busiest day of the week. The bars below are the catalog-wide pattern, with this account's own busiest slot marked. They do not show how this account performs at each hour: we keep one aggregate per account, not one per hour, so that measurement does not exist in our data.
Show engagement by hour posted, utc as a table
| Hour (UTC) | Vs author median | Posts |
|---|---|---|
| 00:00 UTC | -1% | 52K |
| 01:00 UTC | -2% | 53K |
| 02:00 UTC | -3% | 51K |
| 03:00 UTC | -4% | 55K |
| 04:00 UTC | -6% | 44K |
| 05:00 UTC | -4% | 43K |
| 06:00 UTC | -4% | 49K |
| 07:00 UTC | -5% | 53K |
| 08:00 UTC | -4% | 62K |
| 09:00 UTC | -3% | 71K |
| 10:00 UTC | -2% | 74K |
| 11:00 UTC | -3% | 80K |
| 12:00 UTC | -2% | 88K |
| 13:00 UTC | -2% | 97K |
| 14:00 UTC | -4% | 100K |
| 15:00 UTC | -2% | 103K |
| 16:00 UTC | -3% | 100K |
| 17:00 UTC | -3% | 93K |
| 18:00 UTC | -2% | 87K |
| 19:00 UTC | -2% | 82K |
| 20:00 UTC | -1% | 76K |
| 21:00 UTC | -1% | 67K |
| 22:00 UTC | -1% | 58K |
| 23:00 UTC | -1% | 52K |
Show engagement by day of week as a table
| Day | Vs author median | Posts |
|---|---|---|
| Sunday | +5% | 235K |
| Monday | 0% | 296K |
| Tuesday | -3% | 292K |
| Wednesday | -1% | 254K |
| Thursday | -2% | 248K |
| Friday | -3% | 256K |
| Saturday | +3% | 230K |
Best tweets
- Aug 24, 202635x their median
AS MENSAGENS PROIBIDAS DE LULINHA A Polícia Federal possui, há meses, o registro de mensagens que mostram Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, discutindo estratégias para esconder seu patrimônio da Receita Federal, no exterior. Nos diálogos interceptados pelos investigadores, o filho de Lula conversa abertamente com a empresária e lobista Roberta Luchsinger sobre formas de burlar a fiscalização e alocar recursos fora do alcance das autoridades brasileiras. Durante as trocas de mensagens, o país europeu de Luxemburgo, amplamente conhecido como um paraíso fiscal, foi apontado por Roberta como um dos destinos mais seguros para ocultar o capital. O conteúdo das conversas já estava em poder da corporação antes mesmo da deflagração das fases mais recentes da Operação Sem Desconto, que apura um esquema bilionário de fraudes e desvios em aposentadorias do INSS. Roberta é investigada como uma das operadoras centrais do esquema. Lulinha, por sua vez, tornou-se alvo sob a suspeita de receber repasses financeiros e manter influência direta nos negócios da organização. As novas evidências de planejamento para evadir divisas agravam a situação jurídica do núcleo íntimo do Palácio do Planalto, fornecendo base material para apurações sobre lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. A defesa da lobista afirmou que só se manifestará nos autos do processo. O governo federal segue sem comentar publicamente o teor das conversas. Matéria do Jornal da Cidade Online
- Aug 24, 202635x their median
ROBERTA LUCHSINGER MERECE RECEBER O MESMO TRATAMENTO QUE ELA DESEJOU A DÉBORA DO BATOM (VEJA O VÍDEO) https://t.co/gjzuDkjUJq Espera-se agora isonomia no tratamento dispensado à Débora do Batom também à Roberta Luchsinger e ao seu mui “amigo” Lulinha. https://t.co/gjzuDkjUJq
- Aug 24, 202632x their median
NOVA BOMBA ATINGE O PT: “GRANADA SEM PINO” A possibilidade de Roberta Luchsinger partir para um acordo de delação premiada entrou no radar de aliados do presidente Lula e do PT. A informação é de Bela Megale, do jornal O Globo. A leitura é que, se medidas mais drásticas contra ela forem determinadas pela Justiça, como um mandado de prisão, a chance de Roberta buscar tratativas com as autoridades é grande. A avaliação é que a lobista não aguentaria tamanha pressão. A estratégia, por ora, é não deixar que a lobista se sinta "abandonada", pois ninguém sabe quais seriam as consequências disso. Ela é descrita por petistas como uma "granada sem pino". Matéria do Jornal da Cidade Online
- Aug 24, 202629x their median
DOIS BRASILEIROS, DUAS LEIS DIFERENTES PARA CADA UM Fica cada vez mais claro que no Brasil a lei se aplica ao gosto do freguês., de acordo com o apito que toca. Vejamos esses dois personagens: O primeiro responde pelo nome de Lulinha, e é o filho problema do mais problemático dos pais, o presidente do país Luís Inácio. Desde sempre esteve envolto em toda a série de maracutaias, sempre tratados como irrelevantes pela mídia brasileira que age como exército ativo na defesa da ideologia que manda no país. Formado em Biologia, tornou-se monitor do Zoológico de São Paulo, mas em pouco tempo, num passe de mágica, tornou-se um grande empreendedor e lobista dentro do governo do próprio pai, com seu nome envolvido mais uma vez, e através do celular da sócia Roberta Luchsinger, uma socialite brasileira herdeira de um banqueiro suíço e ex-mulher do delegado da PF Protógenes Queiroz, descobriu-se que atuava no tráfico de influência e ligações com esquemas de descontos indevidos em benefícios dos aposentados do INSS. Ou seja, o filho do pai dos pobres, o homem preocupadíssimo com a população mais pobre do país, tem um filho que vive nas altas esferas, envolvido em negócios escusos que lhe rendem milhões de reais através de transações que acontecem em mansão em Brasília alugada pelo valor de 28 mil reais mensais, e que está em nome do terceiro sócio, Fernando Bittar, aquele que tinha o nome ligado ao Sitio de Atibaia, de propriedade de Lula, mas em nome do amigo. Em Junho desse ano, Lulinha foi retirado às pressas do país e está no momento residindo na Espanha, fazendo sabe-se lá o que, aguardando a poeira abaixar. André Mendonça, juiz do Supremo, resolveu não dar tréguas ao moço e está trazendo à tona toda a sujeira envolvida em seu nome, com as três denúncias envolvendo seu nome sendo julgadas pelo STF. O que fez o Sistema, em reuniões estranhas, realizadas na calada da noite, entre seu "papi", Moraes e demais donos do país? Arrumaram um meio de livrar a cara do filho com ""modus operandis" semelhante ao realizado com o pai, e na sequência, obediente como ele só, o PGR pediu o envio das três ações que correm contra Lulinha no STF para a primeira instância para livrá-lo de qualquer condenação em tempo recorde, alegando ausência de Foro privilegiado. André Mendonça bateu o pé e disse que as ações continuam no STF. O Sistema é bruto, e o brasileiro Lulinha, apesar dos seus crimes, está sendo amparado de todas as maneiras para que escape das acusações que pairam sobre ele. Já o outro brasileiro é Filipe Martins, de 38 anos, formado em Relações Internacionalis e que trabalhou como Assessor especial para Assuntos Internaionais da Presidência do governo Bolsonaro. Essa foi a sua desgraça, que é a de estar do lado errado, como um perigo para o Sistema que tenta destruir, com tiro certeiro na nuca, cada um daqueles que de alguma maneira lutaram para evitar o retorno do meliante ao poder. Condenado rápida e sumariamente por Alexandre de Moraes, o imperador Supremo do STF, ainda que não possua foro privilegiado para lá ser julgado, recebeu a absurda pena de 21 anos e está jogado há dois anos em cela úmida de prisão no Paraná, onde é também acusado de viajar para os Estados Unidos em companhia de Bolsonaro, ainda que jamais tenha saído do país. Ontem, um juiz americano confirmou que houve fraude nessa entrada de Filipe Martins no país, ou seja, alguém, a mando de sabemos muito bem quem, forjou uma mentira para acusá-lo pelo que não fez, para pagar pelo que não deve. E é assim que temos em um mesmo país dois tipos de cidadãos: Um, que faça o que fizer, estará sempre amparado pelos amigos do Sistema, que tudo farão para livrar a cara de um sujeito que jamais trabalhou de forma honesta, mas sempre se aproveitando da posição política de destaque do pai, enquanto ocupante da cadeira de presidente do país. O outro, perseguido implacavelmente por trabalhar como assessor daquele jurado de morte e destruição física e moral, e que no momento continua preso e incomunicável, sequestrado e mantido em cativeiro pelo enlouquecido da Suprema Corte. Enquanto existir esse ataque frontal à Democracia, e cidadãos brasileiros forem tratados e julgados de maneira diversa, dispensando-se toda a legalidade imposta por uma Constituição que já de mais nada vale, sapateada e rasgada, e substituída pela vontade monocrática daqueles que se consideram hoje os donos das vidas de brasileiros que se encontram totalmente desamparados, e diante do silêncio omisso de juristas e imprensa, que preferem manter-se calados diante de tamanho arbítrio, não poderemos mais afirmar que residimos em país justo, igualitário e democrático. O Irã é aqui, e aqueles a quem interessa o massacre da Direita e os privilégios para a esquerda, batem palmas indecendentes e nomeiam todo esse descalabro como defesa da democracia. Não são meus semelhantes. Silvia Gabas. Matéria do Jornal da Cidade Online
- Aug 24, 202629x their median
NOME DA OPERAÇÃO DA PF CONTRA LULINHA ENFURECE PETISTAS Os setores da Polícia Federal que ainda sobrevivem ao controle imposto pelo chefe da corporação - Andrei Rodrigues, homem claramente a serviço de Lula - não perderam a sagacidade e continuam espirituosos. O nome dado a uma das fases da operação que investiga supostas falcatruas de Lulinha é um exemplo notório. A fase que quebrou o sigilo de Lulinha e Roberta para apurar o suposto crime de lavagem de dinheiro foi denominada pela PF de "Operação Elli". Uma clara referência a indigesta frase "Faz o L". Por outro lado, o próprio nome da operação representa o que ainda está por vir. É exatamente isso, uma turma que "fez o L" voltando à cena do crime. Matéria do Jornal da Cidade Online
- Aug 24, 202627x their median
EFEITO TARCÍSIO EM SP FUNCIONA, CANDIDATOS AO SENADO DA DIREITA CRESCEM E DERRITE ASSUME A LIDERANÇA https://t.co/cweBxxXC7x Disparada de Tarcísio vai refletir diretamente na disputa para o Senado Federal. https://t.co/cweBxxXC7x
- Aug 31, 202626x their median
FLÁVIO ESTÁ CADA VEZ MAIS PRÓXIMO DE SUBIR A RAMPA DO PLANALTO https://t.co/fB3PetOjd3 A figura nefasta de Lula da Silva caminha para se tornar apenas uma dolorosa lembrança. https://t.co/fB3PetOjd3
- Aug 31, 202613x their median
ALFREDO GASPAR, O HOMEM QUE DESMONTOU O ESQUEMA DO INSS E AGORA MIRA O PLANALTO Na CPMI do INSS, Alfredo Gaspar não se contentou em apontar desvios pontuais. O relatório apresentado por ele desmontou um esquema estruturado que drenou bilhões dos aposentados e chegou até o entorno do presidente da república. Agora, escolhido como vice de Flávio Bolsonaro, o ex-promotor e ex-secretário de Segurança de Alagoas leva para a disputa presidencial a mesma lógica: seguir o dinheiro ('follow the money'), responsabilizar os culpados e recuperar a autoridade do Estado. Em entrevista exclusiva à Revista A Verdade, Gaspar fala sobre a tentativa do governo federal em blindar Lulinha, a perda da soberania nacional nas mãos do crime organizado, e a guerra contra as facções. Sem meias palavras, ele deixa o seu recado: a lei precisa valer para todos. Revista A Verdade: O desafio não é apenas combater a corrupção, mas sim desaparelhar as estruturas que os corruptos criam para perpetuar a corrupção? Como foi no caso do INSS, onde havia uma corrupção sistemática? Alfredo Gaspar: O desafio é desmontar toda a estrutura que permite que a corrupção continue funcionando. No caso do INSS, não estávamos diante de um desvio isolado. Encontramos um esquema organizado na estrutura pública com entidades, intermediários, empresários e agentes públicos, que explorou aposentados e pensionistas. Toda a cadeia diretiva do INSS no governo Lula foi presa. A fraude explodiu pra bilhões de reais no atual governo. O combate à corrupção faz parte da minha história de vida. E aprendi que não adianta combater apenas quem aparece na ponta. É preciso seguir o dinheiro, identificar quem abriu as portas, quem se beneficiou, quem protegeu e quem permitiu que o esquema continuasse funcionando. Foi isso que fizemos na CPMI. É preciso cortar essa rede pela raiz e responsabilizar todos os envolvidos, independentemente de quem sejam ou do poder que tenham. Revista A Verdade: O senhor tem acompanhado as manobras para tentar blindar Lulinha no caso do roubo do INSS? A PGR agora está pedindo que o caso de Lulinha deixe o STF e seja encaminhado para primeira instância. Por que não fizeram isso com os presos do 08 de janeiro e outros que também não tinham foro privilegiado e deveriam ter sido julgados em primeira instância? Alfredo Gaspar: Há uma tentativa evidente de blindar Lulinha. Na CPMI do INSS, eu não pedi a prisão dele por motivação política. Pedi porque encontramos provas e elementos concretos durante as investigações. E aquilo que nós revelamos na CPMI agora também aparece nas investigações da Polícia Federal. As conexões que apontamos não desapareceram. Pelo contrário, continuam surgindo. Eu disse naquela época e repito agora. Lulinha tem muito o que explicar à Justiça. Ser filho do presidente da República não pode servir de escudo contra investigação. O brasileiro não consegue entender por que alguns casos envolvendo pessoas sem foro são enviados à primeira instância, enquanto os presos do 8 de janeiro e outros réus foram julgados diretamente pelo STF. Justiça não pode ter dois pesos e duas medidas. O que eu defendo é muito simples. A Constituição e a lei precisam valer para todos. E, seja no STF ou na primeira instância, as investigações envolvendo Lulinha precisam avançar e chegar até o fim. Revista A Verdade: O senhor foi escolhido como vice-presidente de Flávio Bolsonaro nessa eleição. Como recebeu essa notícia? Quais são seus planos e perspectivas caso Flávio Bolsonaro vença? Alfredo Gaspar: Eu credito esse convite a três fatores. Primeiro, o Nordeste. Como tem dito o presidente Flávio Bolsonaro, o Nordeste é solução. Nós temos uma região com enorme potencial para ajudar na virada de chave do Brasil. Temos bolsões de desenvolvimento, mas também grandes bolsões de vulnerabilidade. O que Flávio propõe é justamente mudar essa trajetória, levando oportunidades, desenvolvimento, emprego e crescimento para o Nordeste. O segundo ponto é o combate à criminalidade. Fiz isso a minha vida toda. Foram 24 anos como promotor, fui chefe do Ministério Público e duas vezes secretário de Segurança, sempre enfrentando a bandidagem e o crime organizado. E o terceiro é o combate à corrupção, que também faz parte da minha história de vida. Acredito no projeto de Flávio Bolsonaro e do nosso grupo. Nós temos um projeto para o Brasil. Por isso, não pensei duas vezes antes de aceitar esse convite. Revista A Verdade: O senhor tem uma carreira na segurança pública. De que forma isso o preparou para esse momento, tanto na CPMI do INSS quanto como candidato a vice-presidente da República? Alfredo Gaspar: Passei minha vida enfrentando a criminalidade. Enfrentei a bandidagem e o crime organizado quando muita gente preferia não enfrentar. Essa experiência foi fundamental na CPMI do INSS. Investigação não se faz com discurso. É preciso seguir o dinheiro, entender como a organização funciona, identificar seus núcleos e chegar a quem realmente se beneficia do crime. E é essa experiência que quero levar para o governo ao lado de Flávio Bolsonaro. O Brasil não pode continuar assistindo a organizações criminosas dominarem territórios, portarem fuzis, utilizarem explosivos, matarem cidadãos e agentes públicos e determinarem suas próprias regras. Flávio já deixou claro que vamos declarar guerra ao crime organizado. O Estado brasileiro precisa recuperar sua autoridade e ser mais forte que o crime. Revista A Verdade: Lula fala bastante sobre "soberania". O que seria, de fato, a verdadeira soberania? Alfredo Gaspar: Para mim, soberania começa dentro de casa. Existem brasileiros vivendo hoje sob o domínio do crime organizado. Isso é perda de soberania. Não precisamos que qualquer nação diga ao Brasil como classificar as organizações que estão infernizando a vida do nosso povo. O Estado brasileiro precisa ter autoridade para enfrentar seus próprios criminosos e recuperar os territórios que estão nas mãos das facções. Soberania é proteger nossas fronteiras, nosso território, nossas instituições e, acima de tudo, o povo brasileiro. Revista A Verdade: Flávio Bolsonaro fala em fazer negócios com os Estados Unidos, com a China e outros países. Enquanto temos do outro lado um candidato que não simpatiza com os Estados Unidos e parece priorizar negócios com parceiros ideológicos e ditaduras. Como o senhor vê essa questão? Alfredo Gaspar: O Brasil precisa defender seus interesses, e não interesses ideológicos. Precisamos negociar com Estados Unidos, China e qualquer outro país que queira manter relações comerciais sérias com o Brasil precisam encontrar um país disposto ao diálogo e preparado para defender seus próprios interesses. Temos que buscar os melhores negócios para o povo brasileiro, priorizando emprego, investimentos, tecnologia, desenvolvimento e segurança. Política externa não pode ser feita com base em afinidade ideológica. Tem que ser feita pensando no Brasil. Revista A Verdade: Como o senhor vê as declarações do ministro da Defesa, José Múcio, dizendo que "se os Estados Unidos quiserem invadir o Brasil, a gente tem que abrir o portão"? Isso pode ser o reflexo de anos de falta de investimento nas Forças Armadas? Ou podemos ir além, as fronteiras abertas e a falta de investimento em segurança seriam propositais? Alfredo Gaspar: A fala de José Múcio é a confissão do abandono das Forças Armadas e da segurança nacional pelo governo Lula. Não acredito que fronteiras abertas sejam um acidente: durante anos, o governo do PT tratou defesa e segurança como despesas, quando na verdade são deveres essenciais do Estado. Revista A Verdade: Muitas empresas no Brasil estão entrando com pedido de recuperação judicial e demitindo milhares de funcionários. Isso seria um alerta grave para a economia? É o resultado das políticas econômicas adotadas pelo governo Lula? Alfredo Gaspar: É um alerta gravíssimo. Quando empresas fecham, entram em recuperação judicial ou precisam demitir trabalhadores, quem sofre na ponta é o brasileiro. Juros altos, insegurança jurídica, aumento de impostos e falta de confiança afastam investimentos, dificultam a vida de quem produz e destroem empregos. O Brasil precisa voltar a respeitar quem trabalha e quem empreende. O empresário que gera emprego não pode ser tratado como inimigo. Precisamos criar um ambiente de confiança, responsabilidade e segurança jurídica para que o país volte a crescer. Revista A Verdade: A pedido da primeira-dama Janja, a plataforma Discord - que permite conversar por mensagens de texto, chamadas de voz, vídeo e compartilhamento de tela, muito usada para jogos online – foi retirada do ar. E a Agência Nacional de Proteção de Dados já avalia fiscalizar outras 37 empresas. Como o senhor vê essa questão? Alfredo Gaspar: Crianças e adolescentes são nossos tesouros e precisam ser protegidos com todo o rigor. Quem utiliza a internet para cometer crimes contra crianças precisa ser identificado, investigado e punido. Mas isso é completamente diferente de usar a proteção das crianças ou o chamado combate à desinformação como justificativa para controlar o debate público. Liberdade de expressão é fundamento da democracia. Quem pratica crime precisa responder pelo crime. O que não podemos permitir é que opiniões políticas sejam tratadas como crime ou que o Estado determine aquilo que o brasileiro pode ou não dizer. Revista A Verdade: O senhor sofreu recentemente um dos ataques mais baixos já vistos na política nacional, primeiro pelo relatório brilhante que apresentou na CPMI do INSS, segundo por figurar agora como candidato a vice-presidente na campanha de Flávio Bolsonaro. Como o senhor tem lidado com isso e o que pretende fazer? Alfredo Gaspar: Fui vítima da maior fake news da história política do Brasil. O que tenho feito é enfrentar tudo com serenidade, documentos e a verdade. Depois do trabalho que fizemos na CPMI do INSS, mexemos com interesses poderosos. Mostramos ao Brasil um esquema gigantesco contra aposentados e pensionistas e chegamos a pessoas que muitos não queriam que fossem alcançadas. Depois vieram os ataques contra mim. Fiz tudo o que estava ao meu alcance para que a verdade aparecesse. Entreguei voluntariamente meu material genético e pedi que fosse feita a comparação. Quero celeridade, a verdade já foi descoberta, os parlamentares denunciantes compraram uma estória mentirosa, a própria imprensa já desmascarou a farsa. Passei minha vida enfrentando a bandidagem, organizações criminosas e interesses poderosos. Não será agora que vou recuar. Não vão me intimidar. Continuarei denunciando criminosos, combatendo a corrupção e defendendo minha honra. Confio na Justiça e tenho certeza de que a verdade prevalecerá. Revista A Verdade: Que recado o senhor gostaria de deixar para o povo brasileiro? Alfredo Gaspar: Continuem acreditando no Brasil. Nós vamos vencer! Temos um projeto para o país. Um projeto que passa pelo desenvolvimento, pela geração de oportunidades e pela recuperação da segurança. Nosso país precisa de coragem, trabalho, honestidade e respeito à lei. Precisamos devolver segurança ao cidadão de bem, combater o crime organizado, enfrentar a corrupção e criar oportunidades para quem trabalha e sustenta este país. Também precisamos recuperar a autoridade do Estado. Não há espaço para tolerância com organizações criminosas que dominam territórios e infernizam a vida dos brasileiros. Passei minha vida combatendo a criminalidade e a corrupção. Agora, ao lado de Flávio Bolsonaro, recebi uma missão ainda maior. Vamos trabalhar para devolver segurança ao cidadão de bem, oportunidade para quem quer trabalhar e esperança para nossas famílias. O Brasil vai vencer. Matéria do Jornal da Cidade Online
- Aug 31, 202613x their median
ALFREDO GASPAR, O HOMEM QUE DESMONTOU O ESQUEMA DO INSS E AGORA MIRA O PLANALTO https://t.co/GwGWKMjVCr A nova edição da Revista A Verdade está no ar!
- Aug 31, 202613x their median
JUSTIÇA NÃO CONSEGUE LOCALIZAR VIRGÍNIA FONSECA O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) não está conseguindo encontrar Virginia Fonseca para notificá-la sobre a ação movida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) contra ela e a Blaze. No domingo (30), o Correios informou à Justiça que a influenciadora não estava no endereço apontado como a casa dela em Goiânia. Em 30 de julho, o Correios devolveu pela primeira vez a notificação do processo. Na época, o endereço foi insuficiente para a entrega. Com o documento retornando novamente, a Justiça pode tentar entregar mais uma vez ou adotar outras medidas como a citação por edital. O MPDFT processa Virginia e a Blaze por publicidade enganosa relacionada a apostas esportivas. Pouco tempo depois do início da ação, a influenciadora encerrou o contrato que tinha com a empresa. O MP pede que Virginia e a casa de apostas Blaze sejam condenadas a pagar um valor mínimo de R$ 120 milhões em indenização por danos morais coletivos. Matéria do Jornal da Cidade Online
Ranked by total interactions across everything we have tracked for this account, which is a longer history than the 30-day window the rates above use. The multiple compares each post to this account's own median.
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Reading these numbers
A typical post picks up 26 interactions against 763K followers, an engagement rate of 0.003%. Measured over 80 original posts, its engagement rate beats 21% of 3,862 tracked accounts of a similar size. That is a reason to look at how the audience behaves - reply depth, saves, whether the followers are recent - rather than a conclusion about it on its own. Posts are seen about 3.0K times each, and 0.875% of those impressions turn into an interaction. That is about 0.39% of the follower count, which is the gap between an audience on paper and an audience in a timeline. Posting runs at about 2.7 posts a day over the last 30 days, though only 10% of days saw any activity at all. Most posts go out around 16:00 UTC, and Monday is the busiest day of the week. Of the 80 posts sampled, 48% carry an image or video and 53% link out. The account's strongest tracked post pulled 916 interactions, about 35x its own typical post.
- What is Jornal da Cidade Online's engagement rate on X?
- Jornal da Cidade Online (@JornalDaCidadeO) has an engagement rate of 0.003%, based on the median interactions across 80 original posts from the last 30 days against 762,957 followers. Replies, reposts and quote-posts of other people are excluded from that sample.
- Is that a good engagement rate?
- At 0.003%, Jornal da Cidade Online sits above the 10th percentile of the 37,350 accounts in this comparison. Those comparison accounts are all large ones, because our scanning cadence is weighted towards big accounts, so this is a ranking among peers of similar scale rather than a ranking across X.
- Does @JornalDaCidadeO have real engagement?
- Its engagement rate beats 21% of the tracked X accounts closest to it in follower count (3,862 accounts), which puts it in the bottom quarter for its size group. Ranking inside a size band matters because engagement rate falls as accounts grow, so a raw rate would mostly re-measure the follower count. It is a starting point for a look at follower quality, not a verdict on it.
- When does @JornalDaCidadeO post?
- Most posts go out around 16:00 UTC, and Monday is its busiest day, at roughly 2.67 posts per day across the measured window.