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Ernesto Araújo engagement report

@ernestofaraujo - 870K followers on X

Measured over 15 original posts from a 30-day window, last computed on August 29, 2026.

Engagement

Middle of its size range
Per follower
0.06%
of 870K followers
Per impression
3.92%
13K views on a typical post
Reach
1.54%
of its followers see a post
Typical post
524
interactions (median)
Saved
0.082%
11 bookmarks on a typical post
Posting rate
0.5/day
active 43% of days
Peak time
11:00 UTC
Tuesday

A typical post picks up 524 interactions against 870K followers, an engagement rate of 0.06%. Measured over 15 original posts, its engagement rate beats 64% of 3,809 tracked accounts of a similar size, which puts it in the middle of its size range rather than at either end. Posts are seen about 13K times each, and 3.92% of those impressions turn into an interaction. That is about 1.54% of the follower count, which is the gap between an audience on paper and an audience in a timeline. Posting runs at about 0.5 post a day over the last 30 days, though only 43% of days saw any activity at all. Most posts go out around 11:00 UTC, and Tuesday is the busiest day of the week. Of the 15 posts sampled, 87% carry an image or video and 67% link out. The account's strongest tracked post pulled 4.9K interactions, about 9.4x its own typical post.

Measured over 15 original posts from a 30-day window, last computed on August 29, 2026.

Compared with accounts its own size

Ernesto Araújo's engagement rate beats 64% of the tracked X accounts closest to it in follower count (3,809 accounts, accounts of similar size (decile 9 of 10)). A percentile is spread evenly by construction, so 50 really is the middle of that group and 90 really is its top tenth.

On engagement per impression rather than per follower it beats 86% of the same group. When those two numbers disagree, the gap is about how far its posts travel rather than how people react to them.

Where this sits in the catalog

At 0.06%, Ernesto Araújo sits above the 25th percentile of the 36,852 accounts in this comparison. That places it in the below the median band, which runs 0.012% to 0.08%.

p100.002%
p250.012%
p50 (median)0.08%
p750.435%
p902.10%
p99159.8%
Engagement rate as a share of followers, across the 36,852 accounts we have scanned enough to measure. The axis is logarithmic, because the top and bottom of this population are about 106,564 times apart and a linear axis would flatten everything below the median into a single point.
Show the percentile table
Engagement rate percentiles
PercentileEngagement rate
10th percentile0.002%
25th percentile0.012%
50th percentile0.08%
75th percentile0.435%
90th percentile2.10%
99th percentile159.8%

This ruler is the whole measured catalog, not a size-matched group: it shows where the raw rate falls across every account we can measure, all of which are large. For a like-for-like comparison, read the size-band percentile above instead. See how the bands are built

Posting timing

This account posts most often around 11:00 UTC, and Tuesday is its busiest day of the week. The bars below are the catalog-wide pattern, with this account's own busiest slot marked. They do not show how this account performs at each hour: we keep one aggregate per account, not one per hour, so that measurement does not exist in our data.

Engagement by hour posted, UTCTwenty-four bars, one per UTC hour. Each bar shows how posts published in that hour compare with their own authors' median engagement. Bars above the centre line ran higher than the median, bars below ran lower. A marker flags Busiest hour: 11:00 UTC.
0003060912151821
Above the authors' own mediansBelowScale: plus or minus 6%Busiest hour: 11:00 UTC
Show engagement by hour posted, utc as a table
Engagement by hour posted, UTC
Hour (UTC)Vs author medianPosts
00:00 UTC-1%51K
01:00 UTC-2%52K
02:00 UTC-3%50K
03:00 UTC-4%54K
04:00 UTC-6%43K
05:00 UTC-4%42K
06:00 UTC-4%48K
07:00 UTC-5%52K
08:00 UTC-4%61K
09:00 UTC-3%70K
10:00 UTC-2%72K
11:00 UTC-3%79K
12:00 UTC-2%87K
13:00 UTC-3%95K
14:00 UTC-4%98K
15:00 UTC-2%101K
16:00 UTC-4%99K
17:00 UTC-2%91K
18:00 UTC-1%85K
19:00 UTC-1%80K
20:00 UTC-1%75K
21:00 UTC-1%66K
22:00 UTC-2%58K
23:00 UTC-2%52K
Engagement by day of weekSeven bars, one per weekday, Sunday first. Each bar shows how posts published on that day compare with their own authors' median engagement. Bars above the centre line ran higher than the median, bars below ran lower. A marker flags Busiest day: Tuesday.
SunMonTueWedThuFriSat
Above the authors' own mediansBelowScale: plus or minus 5%Busiest day: Tuesday
Show engagement by day of week as a table
Engagement by day of week
DayVs author medianPosts
Sunday+4%232K
Monday0%290K
Tuesday-2%281K
Wednesday-1%252K
Thursday-2%245K
Friday-3%254K
Saturday+3%228K
See what moves engagement across the whole catalogWhat counts as a good engagement rate at this size

Best tweets

  • Jan 25, 20269.4x their median

    A caminhada de Nikolas dá expressão ao povo brasileiro contra toda a República de Tayayá, e não apenas ao bolsonarismo contra o lulopetismo. De fato, a caminhada pode mudar tudo, transformando a candidatura de Flávio na ponta de lança de um movimento anti-sistema renascido.

    4.2K55414622114K viewsView on X
  • Jul 26, 20267.6x their median

    Conforme venho apontando, a barreira entre política externa e política interna caiu. O processo político se internacionalizou. O discurso de Milei na Convenção do PL e os desentendimentos recentes entre os governos Lula e Trump são expressão de tal cenário, que se tornou especialmente visível nas Américas. Queira-se ou não, a eleição brasileira será travada diante do mundo, dentro de uma disputa de poder mundial, e não atrás de um tapume. Assim acontece hoje em todos os países, mas a atenção será imensa no caso do Brasil, pela importância da nossa nação como membro, seja do mundo livre, seja do bloco totalitário, a depender do resultado do pleito. Obviamente: Flávio >> mundo livre Lula >> bloco totalitário E o fato de que @FlavioBolsonaro tenha sabido articular-se com Trump, Milei e outras lideranças, de que tenha por assim dizer internacionalizado sua candidatura, colocando-se como candidato do mundo livre (o mundo anti-crime, o mundo da liberdade de expressão, da liberdade econômica, da liberdade religiosa, o mundo da justiça das leis e não da justiça dos amigos) é a principal força de seu nome nesta disputa eleitoral.

    3.2K6711372270K viewsView on X
  • Aug 18, 20267.3x their median

    Inspirar-se na maior democracia do mundo e pretender associar-se a ela para combater o crime e a corrupção não significa “entregar” nada aos EUA, mas será decisivo para entregar o Brasil de volta aos próprios brasileiros. https://t.co/lCSLMjszRQ

    3.1K5941612328K viewsView on X
  • Aug 6, 20266.3x their median

    Os últimos dias, notadamente com a excelente escolha de Alfredo Gaspar para compor sua chapa, mostram claramente o seguinte: à medida em que @FlavioBolsonaro se distancia do Centrão e das correntes políticas ligadas à China ele CRESCE nas suas chances de vencer a eleição. A busca de apoio do Centrão e a possibilidade de ter vice pró-China eram uma bola de ferro amarrada no seu pé. Flávio não precisa de apoio do Centrão nem dos amigos da China, ele precisa de apoio do povo, e para isso precisa manter uma linha firme de combate ao sistema de poder corrupto e ao crime organizado, bem como identificação destemida com o mundo livre, colocando o Brasil na crista da onda transformadora que hoje atravessa as Américas. Isso requer formar uma aliança com os EUA e afastar para longe a sombra do Partido Comunista Chinês que paira sobre a política brasileira.

    2.7K502561329K viewsView on X
  • Jul 9, 20264.2x their median

    Flávio Bolsonaro fez uma ótima defesa dos interesses nacionais em Washington, na audiência do Escritório de Comércio dos EUA (USTR) sobre as tarifas a serem possivelmente aplicadas ao Brasil. Não é mais possível separar o comércio da política e da geopolítica. Nunca foi. Menos ainda nos dias de hoje em que todos os instrumentos de poder, inclusive o comércio, estão interligados no nível nacional e mundial. A ideia de que o Brasil pode ser uma espécie de “trading house” asséptica, indiferente à opção de política doméstica pelo crime ou pelo império da lei, indiferente à inserção do país no bloco totalitário ou no mundo livre, é uma ilusão perigosíssima, que pode conduzir os brasileiros a perderem tanto sua liberdade quanto seu comércio. Um sistema de poder corrupto e arbitrário, um “capitalismo de laços” assentado sobre uma justiça dos amigos, complacente para com o crime, admirador e tributário do regime comunista chinês, jamais constituirá base de sustentação para um comércio exterior robusto, para um parque de investimentos atraente, para uma economia saudável. O Brasil está economicamente doente, politicamente doente, diplomaticamente doente. As tarifas americanas seriam simplesmente um sintoma externo dessa doença. Mas o setor produtivo diretamente afetado por elas parece querer apenas tratar o sintoma de forma paliativa, aceitando conviver com a doença, em lugar de partir para sua cura. A cura é a restauração do Estado de Direito – que implica o combate sem tréguas à corrupção e demais formas de crime organizado – juntamente com a inserção do Brasil no ocidente democrático ao qual pertencemos por vocação. Vejo essa noção básica e as propostas que apontam para essa cura nas palavras de Flávio Bolsonaro em Washington, assim como em alocuções anteriores suas no CPAC e na Prager U, que já tive a oportunidade de comentar em vídeo. Representates do empresariado brasileiro criticaram a fala de Flávio no USTR por não ter sido “técnica”. Mas não é possível fechar os olhos e tratar a perspectiva das tarifas americanas como se fossem uma questão “técnica” quando: - o Brasil está atolado na corrupção e demais formas do crime organizado, a economia e a política profundamente contaminadas pelo crime; - os EUA e toda a América do Sul, exceto o Brasil, estão-se organizando numa aliança para combater o crime organizado e para desmantelar a máquina de influência do projeto totalitário China-Rússia-Irã que tomou conta de boa parte da região; - os EUA passaram a tratar o comércio dentro de uma perspectiva geopolítica cujo objetivo essencial é o combate ao crime organizado e ao totalitarismo; - existe no Brasil, na reta final rumo à eleição, um lado que quer combater o crime organizado, em aliança com os EUA e com o restante da América do Sul, e um outro lado que não quer. As tarifas foram e serão políticas. A única forma de evitá-las ou eliminá-las é também política: - no curto prazo, obtendo o seu adiamento, para que não tenham, na eleição, efeito benéfico à corrente política brasileira que representa o status quo complacente para com o crime e hostil aos EUA; - no médio e longo prazo, tendo no Brasil um governo comprometido com o combate ao crime, consciente da nossa identidade de membro do ocidente democrático, em aliança com os EUA e com o restante da América do Sul, e trabalhando por uma integração comercial profunda (representada pela ideia de uma Área de Livre Comércio do conjunto das Américas, que Flávio Bolsonaro apresentou, de maneira muito pertinente, um dia após a sua alocução no USTR). Teria o empresariado brasileiro a ilusão de que Lula, caso reeleito, seria capaz de resolver o tema das tarifas com os EUA “tecnicamente”? As tarifas foram e serão políticas. Basta olhar o calendário: - as tarifas de 2025 vieram logo depois que Lula tornou-se o paladino da moeda do BRICS (ou seja, da China) em substituição ao dólar; - as tarifas de 2026 foram sugeridas logo depois que Lula recusou designar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Assim, a tendência é de que, na hipótese de Lula reeleito, as tarifas venham em 2027 duplicadas e triplicadas. Pois obviamente Lula, se reeleito, não vai combater o crime nem retirar o Brasil de sua servidão ao projeto hegemônico do Partido Comunista Chinês. Obviamente Lula, se reeleito, nada fará para combater a corrupção desenfreada nem o arbítrio judicial (dois dos principais pontos que, no relato do USTR, conduzem à proposta de imposição de tarifas). Ou seja, Lula não mudará aquilo que faz os EUA tarifarem o Brasil, pois os problemas que fazem os EUA tarifarem o Brasil não são detalhes técnicos, são os pilares centrais do sistema de poder hoje em voga no nosso país: complacência para com o crime e a corrupção, arbítrio e adesão ao bloco totalitário chinês. Diante disso, que o empresariado brasileiro deveria começar a calcular o custo-Lula. Esse custo é altíssimo e não é imposto pelos EUA, mas sim por todo o sistema de governança apodrecido e proto-totalitário que vem parasitando o Brasil. Ao mesmo tempo, o empresariado deveria começar a calcular a oportunidade-Flávio, que hoje se apresenta como a única chance visível de – muito mais do que evitar tarifas – iniciar a cura do Brasil.

    1.7K404801951K viewsView on X
  • Jan 9, 20263.7x their median

    A estrutura de poder mundial está-se reconfigurando radical e vertiginosamente. Enquanto isso, o Brasil continua aplastado no sistema Centrão-STF-Lula, que busca sobreviver de qualquer maneira num ambiente externo agora hostil. E sobreviverá, se a direita não souber se articular com os EUA e aproveitar o tsunami geopolítico de Trump.

    1.6K2281181751K viewsView on X
  • Aug 25, 20263.6x their median

    Minha entrevista na CNN en Español sobre o significado da candidatura de Flávio Bolsonaro, com sua plataforma de enfrentamento ao atual sistema de corrupção, crime organizado, colapso econômico e alinhamento totalitário: https://t.co/4r6oQWJSO2

    1.5K31520525K viewsView on X
  • Aug 15, 20263.1x their median

    De 15 de julho para cá, @FlavioBolsonaro subiu e Lula caiu, a diferença diminuiu de 8 para 3 pontos pela Quaest. O que aconteceu nesse período? - As tarifas de Trump vieram, anunciadas justamente em 15/7. Lula tentou atribuí-las a Flávio. - O Centrão decidiu não apoiar Flávio, primeiro ficando neutro, e agora, segundo Kassab, passando a apoiar Lula. - Milei veio à convenção, deu apoio enfático a Flávio, soltou o verbo contra Lula e manteve o que disse. Lula rebaixou as relações com a Argentina, apelou para o nacionalismo. - Flávio montou sua chapa com um vice que não é ligado nem ao Centrão nem à China, evitando uma candidata que “exigia” afastamento do “trumpismo”. - Os EUA suspenderam o visto da Embaixadora brasileira em Washington e tomaram várias ações mostrando sua determinação de combater o crime organizado e o comunismo na América Latina. Lula apelou para a “soberania”, gritou contra “interferência”, ligou para Xi pedindo afago, recebeu o braço direito de Putin e entrou definitivamente em rota de colisão com os EUA. Todos esses fatores parecem haver tido nas pesquisas o impacto oposto ao que a maioria dos analistas previa. A proximidade com Trump, com Milei e a perspectiva de ingresso do Brasil no Escudo das Américas, numa grande aliança contra o crime, a corrupção e o comunismo, bem como a rejeição do Centrão e o distanciamento da China, tudo isso está favorecendo a candidatura de Flávio Bolsonaro, enquanto o discurso da “soberania” de Lula, sua hostilidade aos EUA e sua opção pelo bloco totalitário prejudicam o candidato do PT/sistema. Brasil no Escudo das Américas: há fortes indicações de ser esta a fórmula que devolveu a Flávio uma competitividade que parecia perdida.

    1.3K21450837K viewsView on X
  • Jan 3, 20262.2x their median

    Maduro preso. Donald Trump colocou a força a favor da justiça. Esta junção é crucial para o mundo livre. Os latino-americanos são também, e precisam ser, protagonistas nessa história de libertação. Lembremos que, há exatamente sete anos, em janeiro de 2019, o Brasil liderou o Grupo de Lima na decisão de não mais reconhecer Maduro como Presidente da Venezuela, embasando a criação de um governo interino legítimo, e foi o primeiro a tratar Maduro como criminoso. Substituíamos uma diplomacia de apoio tácito ou explícito à tirania por uma diplomacia da liberdade: o projeto era não só libertar a Venezuela de Maduro, mas toda a América Latina do Foro de São Paulo e do eixo totalitário global. O processo histórico que hoje chega à captura de Maduro começou ali. Mas não termina aqui. Parabéns aos venezuelanos, parabéns à sua grande líder María Corina Machado. A nova Venezuela que nasce será pilar de esperança para os brasileiros. 🇧🇷🇻🇪

    94717232316K viewsView on X
  • Aug 28, 20262.0x their median

    A Faria Lima sentiu o perigo que Lula representa. E o perigo não é econômico, mas geopolítico. Esse é o tema do meu artigo de hoje no Substack: https://t.co/vpeUXk0ity https://t.co/Ubjim8oDIc

    82819814617K viewsView on X

Ranked by total interactions across everything we have tracked for this account, which is a longer history than the 30-day window the rates above use. The multiple compares each post to this account's own median.

Buy or sell X accounts - escrow-protected

PlayerSells is an escrow marketplace for X accounts. Every deal is protected, with no middleman risk.

Reading these numbers

A typical post picks up 524 interactions against 870K followers, an engagement rate of 0.06%. Measured over 15 original posts, its engagement rate beats 64% of 3,809 tracked accounts of a similar size, which puts it in the middle of its size range rather than at either end. Posts are seen about 13K times each, and 3.92% of those impressions turn into an interaction. That is about 1.54% of the follower count, which is the gap between an audience on paper and an audience in a timeline. Posting runs at about 0.5 post a day over the last 30 days, though only 43% of days saw any activity at all. Most posts go out around 11:00 UTC, and Tuesday is the busiest day of the week. Of the 15 posts sampled, 87% carry an image or video and 67% link out. The account's strongest tracked post pulled 4.9K interactions, about 9.4x its own typical post.

What is Ernesto Araújo's engagement rate on X?
Ernesto Araújo (@ernestofaraujo) has an engagement rate of 0.06%, based on the median interactions across 15 original posts from the last 30 days against 869,548 followers. Replies, reposts and quote-posts of other people are excluded from that sample.
Is that a good engagement rate?
At 0.06%, Ernesto Araújo sits above the 25th percentile of the 36,852 accounts in this comparison. Those comparison accounts are all large ones, because our scanning cadence is weighted towards big accounts, so this is a ranking among peers of similar scale rather than a ranking across X.
Does @ernestofaraujo have real engagement?
Its engagement rate beats 64% of the tracked X accounts closest to it in follower count (3,809 accounts), which puts it in the middle of its size range group. Ranking inside a size band matters because engagement rate falls as accounts grow, so a raw rate would mostly re-measure the follower count. It is a starting point for a look at follower quality, not a verdict on it.
When does @ernestofaraujo post?
Most posts go out around 11:00 UTC, and Tuesday is its busiest day, at roughly 0.5 posts per day across the measured window.

Keep going